Dez anos produzindo eventos em Balneário Camboriú me ensinaram o que curso nenhum ensina: lotar uma casa é difícil, e quem lota, lota de propósito. O marketing das minhas festas sempre fui eu quem fez, até a noite em que alguém me perguntou "William, quem cuida do seu tráfego?". Era eu. Ali caiu a ficha: o que enchia a minha pista podia encher o negócio dos outros.
Então fui estudar pra valer. Entrei na comunidade do Pedro Sobral achando que entendia de tráfego e descobri na primeira semana que não entendia quase nada. Hoje sou Faixa Preta lá dentro, com certificação em Meta e Google Ads, a dupla que menos de 5% dos cinquenta mil alunos conquista. Mas tráfego é só metade: como o seu problema quase nunca é só a campanha, é o negócio inteiro, fui atrás da outra metade também, com um MBA em Gestão e anos na escola de negócios do Ícaro de Carvalho. Eu não olho só pro seu anúncio. Olho pro seu negócio.
E eu sei o estrago que o amadorismo faz, porque vi de perto. Um dono de loja de móveis me contou que pagava cinco mil por mês a uma agência, entre serviço e mídia, até o dia em que descobriu que, num mês inteiro, tinham colocado vinte reais em anúncio. Vinte. O resto evaporou no "honorário". Por isso, comigo, você enxerga cada centavo: o que é o meu trabalho e o que é a sua verba, separados na sua frente. E por isso eu monto tudo na sua conta, no seu nome, e se um dia a gente se despedir, a campanha, o histórico e cada real gasto vão com você. A inteligência é sua.
Marketing é uma aposta cheia de variável, e o cliente quase nunca vê o trabalho rodando por trás. Então eu mostro: follow-up toda semana, relatório todo mês, o plano do que vem. E quase sempre vai junto o que eu não cobrei, uma campanha a mais, uma ideia que me ocorreu pensando no seu negócio num domingo. Porque é exatamente assim que eu queria que cuidassem de mim.